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	<title>Davy Alexandrisky artes visuais fotografia contemporânea</title>
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	<description>Confira a fotografia autoral de Davy Alexandrisky. As imagens do artista do Rio de Janeiro expõem a intersecção entre Brasil tradicional e contemporâneo.</description>
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		<title>Preto Branco &#8211; mostra de fotografia e livro sobre pretos albinos</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 21:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Vasconcelos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Projeto comemorativo de meio século de profissão, realizado pelo fotógrafo Davy Alexandrisky, em Moçambique, foi realizado com várias ações também no Brasil. Entre elas, o lançamento do livro Preto Branco, que alerta para a sociedade que pretos albinos estão vivendo em situação de risco permanente &#8212; vítimas de feitiçaria. Há uma crença em algumas regiões da África que a amputação de membros de uma pessoa albina poderia funcionar como amuleto para adquirir poder e sucesso financeiro. Essas crenças estão presentes em várias gerações e já geraram milhares de vítimas fatais e amputações. Apesar disso, o livro tem imagens que elevam a autoestima e demonstram a união, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto comemorativo de meio século de profissão, realizado pelo fotógrafo Davy Alexandrisky, em Moçambique, foi realizado com várias ações também no Brasil. Entre elas, o <strong>lançamento do livro Preto Branco</strong>, que alerta para a sociedade que pretos albinos estão vivendo em situação de risco permanente &#8212; vítimas de feitiçaria. Há uma crença em algumas regiões da África que a amputação de membros de uma pessoa albina poderia funcionar como amuleto para adquirir poder e sucesso financeiro. Essas crenças estão presentes em várias gerações e já geraram milhares de vítimas fatais e amputações. Apesar disso, o livro tem imagens que elevam a autoestima e demonstram a união, a fraternidade e a esperança.</p>
<p>Entre as ações realizadas pelo fotógrafo está a doação do livro à <a href="https://www.facebook.com/Associa%C3%A7%C3%A3o-Amor-%C3%A0-Vida-1650675021854917/" target="_blank">Associação Amor à Vida</a>, entidade e espaço de proteção aos albinos em Moçambique, para a obtenção de recursos para atender aos seus nove mil associados em todo o País.</p>
<h3><strong>Foram quatro exposições e seis Rodas de Conversa sobre os albinos</strong></h3>
<p>A primeira exposição Preto Branco foi em Maputo, no Centro Cultural Brasil Moçambique, em julho de 2017, organizada pela <a href="http://maputo.itamaraty.gov.br/pt-br/" target="_blank">Embaixada do Brasil </a>naquele país. A mostra foi prestigiada por um grande número de pessoas com albinismo e com ampla cobertura de toda a imprensa moçambicana &#8212; escrita, falada, televisiva, inclusive link de 26 minutos, ao vivo, na principal Rede de TV moçambicana.</p>
<p>A segunda mostra foi no <a href="https://www.furnas.com.br/subsecao/47/espaco-furnas-cultural?culture=pt" target="_blank">Espaço Furnas Cultural</a>, em novembro de 2018, na cidade do Rio de Janeiro, fruto do Edital Público de Ocupação da Eletrobras FURNAS, com a presença de um grupo de albinos que fizeram uma fala sobre as questões do albinismo no Brasil durante o vernissage.</p>
<p>A terceira, exposição guiada pelo artista, em Lisboa, na Galeria 70 na <a href="https://lxfactory.com/en/homepage-en/" target="_blank">LX Factory</a>, em junho de 2019.</p>
<p>A quarta <strong>exposição Preto Branco</strong> foi no <a href="https://www.facebook.com/museudoingarj/" target="_blank">Museu do Ingá</a>, em novembro de 2019, com a presença da performance e cantora albina <a href="https://www.facebook.com/andrezaaguida/" target="_blank">Andrezza Aguida</a>, que fez uma breve palestra no vernissage e uma apresentação artística.</p>
<p>As Rodas de Conversa aconteceram nas duas exposições – FURNAS e Museu do Ingá. A primeira mediada pelo editor do Preto Branco, Rony Maltz, e o autor do prefácio do livro, Professor Dante Gastaldoni; a segunda foi mediada pelo Curador Professor Doutor Gulherme Vergara; em dois eventos universitários: na UERJ e na UNILASALLE; e em dois colégios secundários: em Poxoréu-MT e em Niterói-RJ.</p>
<p>Há uma articulação em andamento para um circuito da exposição Preto Branco pelo Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa &#8211; PALOP e para voltar a Moçambique para rodar um documentário sobre o tema do albinismo na África.</p>
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		<title>Quilindo Quilombo selecionado para o Espaço Cultural Furnas</title>
		<link>http://davyfotografia.com.br/fui-selecionado-edital-ocupacao-do-espaco-cultural-furnas/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2016 23:04:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Vasconcelos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Impressão]]></category>
		<category><![CDATA[edital]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Todo mundo que entra em um Edital sabe que existem apenas duas chances: ganhar ou perder. Mas, apesar disso, todo mundo que entra em um Edital acredita que vai ganhar: afinal, nenhum projeto pode ser melhor do que o seu. Repetindo o mesmo movimento de 2014 e 2015, agora em 2016, entrei no Edital Furnas com o mesmo projeto, pela terceira vez. E, óbvio, com a mesma certeza das outras duas vezes, de que nenhum projeto poderia ser melhor do que o meu: e dessa vez nenhum outro projeto de exposição foi mesmo melhor do que o meu, na opinião da [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo que entra em um Edital sabe que existem apenas duas chances: ganhar ou perder. Mas, apesar disso, todo mundo que entra em um Edital acredita que vai ganhar: afinal, nenhum projeto pode ser melhor do que o seu.</p>
<div class="text_exposed_show">
<p>Repetindo o mesmo movimento de 2014 e 2015, agora em 2016, entrei no Edital Furnas com o mesmo projeto, pela terceira vez. E, óbvio, com a mesma certeza das outras duas vezes, de que nenhum projeto poderia ser melhor do que o meu: e dessa vez nenhum outro projeto de exposição foi mesmo melhor do que o meu, na opinião da banca de analistas do <strong><a href="http://www.furnas.com.br/frmSOCulturaECEF.aspx" target="_blank">Edital de Ocupação do Espaço Cultural Furnas</a></strong>.</p>
<p>Hoje, 5 de junho, acaba de sair do forno esse resultado tão esperado: Ganhei!!!</p>
<div id="attachment_1163" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/Furnas-espaço-cultural.jpg"><img class="wp-image-1163 size-full" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/Furnas-espaço-cultural.jpg" alt="Davy-alexandrisky-Edital-Furnas-espaço-cultural" width="600" height="800" /></a><p class="wp-caption-text">Foto site: Era pra ser Brígida. http://bit.ly/1UIjeDi</p></div>
<p>Óbvio que estou festejando muito. E esse post tem essa intenção: festejar e dividir a minha alegria com vocês que me acompanham dando a maior força para o meu trabalho. Porém, para além da comemoração de mais uma conquista nesse esquisito 2016, que se soma a outras tantas já compartilhadas aqui com vocês, nessa primeira metade de ano, fiz questão de postar essa notícia ressaltando as duas derrotas que precederam essa vitória, para estimular a todos e todas que participam de Editais a não desanimarem diante da primeira derrota.</p>
<blockquote><p><strong>Se você acredita no seu projeto vá à luta! Não desanime! Persevere! Insista! E, por favor, não leiam isso como subliteratura de autoajuda, não! Porque eu estou escrevendo exatamente o que eu faço: vou à luta, não desanimo, persevero e insisto.</strong></p></blockquote>
<p>Para nós que somos artistas visuais, têm uns três ou quatro Editais que nos são especialmente caros e por isso mesmo muito ambicionados: esse de Furnas é um deles. E por esse eu passei. Mas tem outros que eu tento há um, dois ou três anos sem sucesso. E vou continuar tentando!</p>
<p>Faça o mesmo: tente alcançar os seus sonhos porque, na pior das hipóteses, essa busca incessante pelo sonho sonhado é um percurso de crescimento continuado que só faz enriquecer a nossa vida.</p>
</div>
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		<title>Exposição “Entre Palácios&#8221;: o do Morro e o do Jambeiro</title>
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		<pubDate>Sun, 29 May 2016 00:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Vasconcelos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Entre Palácios]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Dá série “agora é”: agora é “Entre Palácios: o do Morro e o do Jambeiro”, meu próximo projeto de Artes Visuais, que inaugura na 4ª feira, 1º de junho, às 18h, no Solar do Jambeiro em Niterói De não público à protagonista Entre Palácios é uma proposta de conexão entre os moradores do Morro do Palácio e um palácio que serve de equipamento cultural público, situado bem em frente à entrada da Comunidade do Palácio: o Solar do Jambeiro. A urbanização de uma cidade, por mais democrática e afetiva que seja, vai distribuindo aqui e ali um conjunto de muros [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Dá série “agora é”: agora é <strong>“Entre Palácios: o do Morro e o do Jambeiro”</strong>, meu próximo projeto de Artes Visuais, que inaugura na 4ª feira, 1º de junho, às 18h, no Solar do Jambeiro em Niterói</p>
<h3><strong>De não público à protagonista</strong></h3>
<p><strong>Entre Palácios</strong> é uma proposta de conexão entre os moradores do Morro do Palácio e um palácio que serve de equipamento cultural público, situado bem em frente à entrada da Comunidade do Palácio: o Solar do Jambeiro.</p>
<div class="text_exposed_show">
<p>A urbanização de uma cidade, por mais democrática e afetiva que seja, vai distribuindo aqui e ali um conjunto de muros invisíveis que limitam a livre circulação da sua população, agrupada em categorias sociais.</p>
<p><strong>Entre Palácios</strong> é uma experiência de implosão de um desses muros invisíveis que, por uma razão ou outra, impede que os palacianos do Morro atravessem a rua em frente ao seu Palácio para acessar esse antigo Palacete Bartholdy.</p>
<p>Na verdade, a proposta, simples, mas ambiciosa, vai além da demolição de um muro invisível. Entre Palácios quer empoderar o morador da comunidade para além da simples travessia do muro invisível. Entre Palácios quebra barreiras. Abre um caminho para que ao ultrapassar esse muro invisível o morador da Comunidade entre nesse palácio na condição de sujeito do processo: Protagonista!</p>
<p>Entre Palácios revela outra invisibilidade perversa, escondida atrás de estereótipos, que vão se impondo artificialmente ao imaginário coletivo, sobre as condições de vida numa Comunidade: o gosto dos seus moradores pelas artes visuais e o prazer de contemplar imagens, que em depoimentos recorrentes, que colhemos em vídeo, eles dizem que lhes trazem paz.</p>
<p>É com grande alegria que participo a vocês essa minha nova aventura pelas desventuras desse caminho pedregoso das artes visuais, convidando aos de Niterói e aos que tenham a oportunidade de vir à minha linda cidade, para contemplar os quadros que decoram as casas dessa Comunidade, que se vê das janelas do Solar do Jambeiro, e as fotos que fiz das casas dos moradores que emprestaram seus quadros para essa exposição.</p>
<p>Quadros comprados, outros presenteados ou apropriados antes que seus antigos donos os descartassem. Cada um com sua história particular, que os torna muitíssimo importantes para seus donos. Histórias muito bacanas, que sintetizo num curtíssimo vídeo de 5 minutos, que será exibido continuamente durante a exposição.</p>
<p>Eu estarei lá no Jambeiro brindando com um espumante geladinho com os amigos e amigas que puderem me prestigiar na noite do vernissage.</p>
<div id="attachment_1171" style="width: 590px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/Palacete_Bartholdy_Solar_do_Jambeiro_construído_1872_foto_Sandra_Vasconcelos.jpg"><img class="wp-image-1171" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/Palacete_Bartholdy_Solar_do_Jambeiro_construído_1872_foto_Sandra_Vasconcelos-768x1024.jpg" alt="Solar do Jambeiro, antigo Palacete Bartholdy, construído em 1872. Foto: Sandra Vasconcelos" width="580" height="773" /></a><p class="wp-caption-text">Solar do Jambeiro, antigo Palacete Bartholdy, construído em 1872. Foto: Sandra Vasconcelos</p></div>
<p><strong>Exposição &#8220;Entre Palácios&#8221;<br />
</strong>fotografias de Davy Alexandrisky e acervo moradores comunidade Morro do Palácio.<br />
Local: Solar do Jambeiro &#8211; Antigo Palacete Bertholdy<br />
R. Pres. Domiciano, 195 &#8211; Ingá, Niterói &#8211; RJ<br />
Abertura 1º de junho, 18 horas<br />
Visitação:  3ª a 6ª das 13 às 18 h, sábados e domingos das 10 às 18 h<br />
Grátis</p>
</div>
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		</item>
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		<title>Agora é Nova York: fotografias para a ArtExpo NY 2016</title>
		<link>http://davyfotografia.com.br/agora-e-nova-york-fotografias-para-a-artexpo-ny-2016/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Apr 2016 00:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Vasconcelos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[geometria]]></category>
		<category><![CDATA[new york]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois de exposições no Brasil, América do Sul e Europa, experimento pela primeira vez a reação do público norte americano. Quatro trabalhos meus, da série “Geometria: um olhar neoconcreto da arquitetura colonial de Paraty”, seguem nessa segunda-feira, 11 de abril, rumo a NY, com mais 15 artistas brasileiros, para participar da ArtExpo NY 2016, entre os dias 14 e 17 de Abril, no Pier 94. De lá partem para outra exposição, com local e data ainda por se confirmar. Chamo esse trabalho, em tom de brincadeira, de “safrinha”, porque ele foi realizado durante os intervalos de tempo da minha Bolsa de [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de exposições no Brasil, América do Sul e Europa, experimento pela primeira vez a reação do público norte americano.</p>
<p>Quatro trabalhos meus, da série <strong>“Geometria: um olhar neoconcreto da arquitetura colonial de Paraty”</strong>, seguem nessa segunda-feira, 11 de abril, rumo a NY, com mais 15 artistas brasileiros, para participar da ArtExpo NY 2016, entre os dias 14 e 17 de Abril, no Pier 94. De lá partem para outra exposição, com local e data ainda p<span class="text_exposed_show">or se confirmar.</span></p>
<p><span class="text_exposed_show"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/04/Davy-Alexandrisky-ArtExpo-NY-2016.jpg"><img class="alignnone wp-image-1187" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/04/Davy-Alexandrisky-ArtExpo-NY-2016-1024x581.jpg" alt="Davy-Alexandrisky-ArtExpo-NY-2016" width="680" height="386" /></a><br />
Chamo esse trabalho, em tom de brincadeira, de “safrinha”, porque ele foi realizado durante os intervalos de tempo da minha Bolsa de Residência Artística na Aldeia Guarani, em Parati Mirim, quando morei durante seis meses em Paraty.<br />
</span></p>
<p><span class="text_exposed_show">Depois de três meses em Paraty, seduzido pelos encantos daquele lugar mágico, comecei a me deter nos mínimos detalhes que fazem daquela cidade uma das mais lindas do Brasil (conheço centenas de cidades no Brasil.  </span></p>
<p>Essa série “Geometria: um olhar neoconcreto da arquitetura colonial de Paraty” era uma forma de poder compartilhar com mais gente a minha descoberta de como se constrói o belo a partir de pequenos detalhes.<br />
Uma investigação imagética, com lente de aumento, dos traços, cores e texturas da arquitetura colonial que faz de Paraty um ponto de visitação obrigatório aos viajantes em busca de lugares especiais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span class="text_exposed_show"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/neoconcreto-paraty-1-davy-alexandrisky.jpg"><img class=" wp-image-1178 aligncenter" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/neoconcreto-paraty-1-davy-alexandrisky.jpg" alt="neoconcreto-paraty-1-davy-alexandrisky" width="500" height="333" /></a></span></p>
<p><span class="text_exposed_show"> <a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/neoconcreto-paraty-2-davy-alexandrisky.jpg"><img class=" wp-image-1180 aligncenter" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/neoconcreto-paraty-2-davy-alexandrisky.jpg" alt="neoconcreto-paraty-2-davy-alexandrisky" width="500" height="333" /></a></span></p>
<p><span class="text_exposed_show"> <a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/neoconcreto-paraty-3-davy-alexandrisky.jpg"><img class=" wp-image-1182 aligncenter" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/neoconcreto-paraty-3-davy-alexandrisky-1024x683.jpg" alt="neoconcreto-paraty-3-davy-alexandrisky" width="500" height="333" /></a></span></p>
<p><span class="text_exposed_show"> <a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/neoconcreto-paraty-4-davy-alexandrisky.jpg"><img class=" wp-image-1184 aligncenter" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/neoconcreto-paraty-4-davy-alexandrisky.jpg" alt="neoconcreto-paraty-4-davy-alexandrisky" width="500" height="333" /></a></span></p>
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		<title>A abertura da exposição A Cozinha dos Quilombos</title>
		<link>http://davyfotografia.com.br/coquetel-de-abertura-da-exposicao-a-cozinha-dos-quilombos/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 15:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Vasconcelos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A exposição “A Cozinha dos Quilombos: sabores, territórios e memórias” foi uma grande festa no Espaço das Artes Zélia Arbex, em Volta Redonda, Rio de Janeiro.  &#8220;A mostra retrata a realidade dos 29 quilombos do estado do Rio de Janeiro, traduzida em imagens, sabores e gostos da culinária quilombola, trabalhos dos fotógrafos Davy Alexandrisky, Lidiane Camilo e Wallace Feitosa&#8221;, declarou Marcia Fernandes, do Instituto DAGAZ, que editou o livro e realizou a exposição. A obra traz relatos e fotos dos pratos tradicionais das comunidades quilombolas. A ação é uma forma diferente de manifestar sua cultura, afetos e chamar atenção para questões sociais que [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="entry-title"><strong>A exposição “A Cozinha dos Quilombos: sabores, territórios e memórias” foi uma grande festa no Espaço das Artes Zélia Arbex, em Volta Redonda, Rio de Janeiro. </strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/dyHuNcoo8Hs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&#8220;A mostra retrata a realidade dos 29 quilombos do estado do Rio de Janeiro, traduzida em imagens, sabores e gostos da culinária quilombola, trabalhos dos fotógrafos Davy Alexandrisky, Lidiane Camilo e Wallace Feitosa&#8221;, declarou Marcia Fernandes, do Instituto DAGAZ, que editou o livro e realizou a exposição. A obra traz relatos e fotos dos pratos tradicionais das comunidades quilombolas. A ação é uma forma diferente de manifestar sua cultura, afetos e chamar atenção para questões sociais que ainda permeiam seu território, através da sua culinária.</p>
<p>&#8220;Traduzir em imagens os sabores e gostos da culinária quilombola foi um prazer e uma experiência indizível. Foram 40 duros dias de trabalho e centenas de quilômetros rodados nas estradas do estado, visitando os Quilombos, ouvindo muitas estórias e comendo muito bem&#8221;, disse Davy Alexandrisky.</p>
<p>O evento contou com a participação de dança, música e de um público curioso que descobriu nas fotos e conversas velhos novos sabores dos pratos tradicionais das comunidades quilombolas, que revelaram uma forma diferente de manifestar sua cultura.</p>
<div id="watch7-headline" class="clearfix">
<div id="watch-headline-title">
<div class="yt-user-info">Fonte: Giro 36, canal 36 NET/VR</div>
</div>
</div>
<div id="attachment_1245" style="width: 608px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/Captura-de-Tela-2016-06-11-às-02.34.12.png"><img class="wp-image-1245 size-full" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/Captura-de-Tela-2016-06-11-às-02.34.12.png" alt="Captura de Tela 2016-06-11 às 02.34.12" width="598" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Dalila Lemos / TV Rio Sul</p></div>
<div id="attachment_1243" style="width: 605px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/Captura-de-Tela-2016-06-11-às-02.33.27.png"><img class="wp-image-1243 size-full" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/Captura-de-Tela-2016-06-11-às-02.33.27.png" alt="Captura de Tela 2016-06-11 às 02.33.27" width="595" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Dalila Lemos / TV Rio Sul</p></div>
<div id="attachment_1241" style="width: 604px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/Captura-de-Tela-2016-06-11-às-02.33.13.png"><img class="wp-image-1241 size-full" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/Captura-de-Tela-2016-06-11-às-02.33.13.png" alt="Captura de Tela 2016-06-11 às 02.33.13" width="594" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">Dalila Lemos / TV Rio Sul</p></div>
<p class="entry-title">Veja outras fotos neste link: <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://redeglobo.globo.com/rj/tvriosul/Projetos-Sociais/fotos/2016/03/cozinha-dos-quilombos-sabores-territorios-e-memorias.html" target="_blank">Projetos Sociais</a></span>.</p>
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		<title>#Clipping: Exposição Cozinha dos Quilombos no jornal O Dia</title>
		<link>http://davyfotografia.com.br/clipping/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 01:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Vasconcelos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O livro &#8220;A Cozinha dos Quilombos: sabores, territórios e memórias&#8220;, do Instituto Dagaz, virou exposição de fotografia e ganhou destaque no jornal O Dia (30 de março de 2016). A mostra reúne imagens captadas pelos fotógrafos Davy Alexandrisky, Wallace Feitosa e Lidiane Camillo, e ordenadas pelo designer Wagner de Paula. E mostram a arte de cozinhar das comunidades quilombolas do estado do Rio de Janeiro. O Instituto Dagaz é uma Ong sem fins lucrativos, que trabalha com projetos culturais em todo o território fluminense. A exposição gratuita fica em cartaz no Espaço Zélia Arbex &#8211;  na Vila Santa Cecília, no Centro de Volta [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O livro &#8220;<strong><a href="http://davyfotografia.com.br/livro-cozinha-dos-quilombos/#.V1t1bhQrLsE">A Cozinha dos Quilombos: sabores, territórios e memórias</a></strong>&#8220;, do Instituto Dagaz, virou exposição de fotografia e ganhou destaque no <strong><a href="http://odia.ig.com.br/diversao/2016-03-30/segredos-da-cozinha-dos-quilombolas-fluminenses-reunidos-em-40-fotos.html" target="_blank">jornal O Dia</a></strong> (30 de março de 2016).</p>
<p>A mostra reúne imagens captadas pelos fotógrafos <strong>Davy Alexandrisky</strong>, Wallace Feitosa e Lidiane Camillo, e ordenadas pelo designer Wagner de Paula. E mostram a arte de cozinhar das comunidades quilombolas do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>O <a href="http://www.institutodagaz.org.br/2015/11/livro-cozinha-dos-quilombos-ganha.html" target="_blank">Instituto Dagaz</a> é uma Ong sem fins lucrativos, que trabalha com projetos culturais em todo o território fluminense.</p>
<p>A exposição gratuita fica em cartaz no Espaço Zélia Arbex &#8211;  na Vila Santa Cecília, no Centro de Volta Redonda, no Sul Fluminense. Pode ser visitada gratuitamente das 10 às 19 horas até o dia 7 de abril.</p>
<p><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/clipping-exposição-cozinha-quilombo.png"><img class="alignnone wp-image-1192" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/clipping-exposição-cozinha-quilombo-752x1024.png" alt="clipping-exposição-cozinha-quilombo" width="680" height="926" /></a></p>
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		<title>Davy Alexandrisky expõe fotografias em Teresópolis &#8211; RJ</title>
		<link>http://davyfotografia.com.br/davy-alexandrisky-em-mostra-de-arte-em-teresopolis-rj/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2016 02:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Vasconcelos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Teresópolis]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nesse frio tão intenso quanto inesperado, em pleno verão, subo a Serra chuvosa de Teresópolis, no Rio de Janeiro, com o prazer de um iniciante, para mais esse vernissage que inaugura minha temporada de exposições de fotografias 2016. &#160; Quem puder subir a Serra já sabe que Teresópolis tem muito a oferecer aos visitantes. Quem subir hoje vai brindar uma taça de vinho comigo no Vernissage dia 21 de janeiro de 2016, às 19h30. Foi com muita alegria que aceitei o honroso convite para expor no Manjericão. O verão inclemente do Rio leva muita gente a subir a Serra para [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse frio tão intenso quanto inesperado, em pleno verão, subo a Serra chuvosa de Teresópolis, no Rio de Janeiro, com o prazer de um iniciante, para mais esse vernissage que inaug<span class="text_exposed_show">ura minha temporada de exposições de fotografias 2016.</span></p>
<p><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/manjericao-expo-davy-alexandrisky.jpg"><img class="alignnone wp-image-1209" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/manjericao-expo-davy-alexandrisky.jpg" alt="manjericao-expo-davy-alexandrisky" width="500" height="585" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span class="text_exposed_show">Quem puder subir a Serra já sabe que Teresópolis tem muito a oferecer aos visitantes. Quem subir hoje vai brindar uma taça de vinho comigo no Vernissage dia 21 de janeiro de 2016, às 19h30.</span></p>
<div class="text_exposed_show">
<h3><strong>Foi com muita alegria que aceitei o honroso convite para expor no Manjericão. </strong></h3>
<p>O verão inclemente do Rio leva muita gente a subir a Serra para fugir do calor e desfrutar das delícias de Teresópolis, principalmente nessa época do ano. Uma dessas delícias é o fantástico cardápio italiano do Manjericão. Além de todos os detalhes relacionados à gastronomia, suas paredes foram transformadas em galeria de arte. Estou feliz de expor neste ambiente acolhedor.</p>
<p><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/manjericao-teresopolis-exposicao-fotografia-davy-alexandrisky.jpg"><img class="alignnone wp-image-1205" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/manjericao-teresopolis-exposicao-fotografia-davy-alexandrisky-1024x297.jpg" alt="manjericao-teresopolis-exposicao-fotografia-davy-alexandrisky" width="680" height="197" /></a></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exposição de fotografias Davy Alexandrisky<br />
R. Flávio Bortoluzi de Souza, 314 &#8211; Alto, Teresópolis &#8211; RJ<br />
De 20 janeiro até 06 de março de 2016.<br />
Vernissage no dia 21 de janeiro, às 19h30.</p>
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		<title>Livro A Cozinha dos Quilombos ganha prêmio</title>
		<link>http://davyfotografia.com.br/livro-a-cozinha-dos-quilombos-ganha-premio/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2015 05:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Vasconcelos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Impressão]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha dos Quilombos]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O livro a &#8220;A Cozinha dos Quilombos: sabores, territórios e memórias&#8221; do Instituto Dagaz foi contemplado com I Prêmio de Cultura Afro-Fluminense 2015. O livro contém imagens de três fotógrafos, entre eles, Davy Alexandrisky. A produção do livro é resultado de uma ação para mapear a comida e a memória de 29 comunidades quilombolas remanescentes de 21 municípios do estado, feita pela Associação Cultural para Desenvolvimento de Tecnologias Humanas, de Volta Redonda. A cerimônia de entrega do Prêmio de Cultura Afro-Fluminense 2015 aconteceu no dia 19 de dezembro de 2015, na Casa do Jongo da Serrinha, em Madureira, no Rio de Janeiro. [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O livro a <strong><a href="http://davyfotografia.com.br/livro-cozinha-dos-quilombos/#.V1uf5BQrLsE">&#8220;A Cozinha dos Quilombos: sabores, territórios e memórias&#8221;</a></strong> do Instituto Dagaz foi contemplado com I Prêmio de Cultura Afro-Fluminense 2015. O livro contém imagens de três fotógrafos, entre eles, Davy Alexandrisky.</p>
<p>A produção do livro é resultado de uma ação para mapear a comida e a memória de 29 comunidades quilombolas remanescentes de 21 municípios do estado, feita pela Associação Cultural para Desenvolvimento de Tecnologias Humanas, de Volta Redonda.</p>
<p>A cerimônia de entrega do Prêmio de Cultura Afro-Fluminense 2015 aconteceu no dia 19 de dezembro de 2015, na Casa do Jongo da Serrinha, em Madureira, no Rio de Janeiro.</p>
<blockquote><p><strong>Foram contempladas, ao todo, 36 iniciativas que promovem a cultura afro-brasileira no estado do Rio.</strong></p></blockquote>
<p>O prêmio da Secretaria de Estado de Cultura, em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR-PR) é voltado para iniciativas culturais dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana e dos demais grupos artístico-culturais que trabalham com a temática afro-brasileira na capital fluminense.</p>
<div id="attachment_1223" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/premio-livro-cozinha-quilombola-davy-alexandrisky.jpg"><img class="wp-image-1223" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/premio-livro-cozinha-quilombola-davy-alexandrisky-1024x407.jpg" alt="premio-livro-cozinha-quilombola-davy-alexandrisky" width="600" height="239" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Mestre Paulão (Conselheiro do Conselho Estadual e do Nacional de Cultura); Sid Soares (amigo das Editoras do Livro); Davy Alexandrisky; Marcia Fernandez (Gestora do Instituto DAGAZ, que editou o Livro); Eva Doris (Secretária Estadual de Cultura do Estado do Rio de Janeiro); Marinez Fernandez &#8211; irmã da Marcia, também do Instituto DAGAZ e uma amiga/convidada para o evento.</p></div>
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		<title>Exposição: Davy Alexandrisky em João Pessoa-PB</title>
		<link>http://davyfotografia.com.br/exposicao-davy-alexandrisky-em-joao-pessoa-pb/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2015 14:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Vasconcelos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[João Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>No mês da Consciência Negra realizei exposição individual em João Pessoa, Paraíba, através de convite de Lúcia França, curadora da Estação Cabo Branco. No mesmo piso, um diálogo com outras duas exposições: a de Alberto Banal (PB) e de Roberta Guimarães (PE). Todos nós apresentamos ensaios fotográficos com tema relacionado à cultura afro.  Abaixo o release de Sandra Vasconcelos, que também produziu a exposição no local: Exposição do Quilombo mais antigo do Rio de Janeiro – na Estação Cabo Branco O fotógrafo Davy Alexandrisky traz para a torre da Estação Cabo Branco mais de 30 fotos que narram a residência artística de três [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No mês da Consciência Negra realizei exposição individual em João Pessoa, Paraíba, através de convite de Lúcia França, curadora da Estação Cabo Branco. No mesmo piso, um diálogo com outras duas exposições: a de Alberto Banal (PB) e de Roberta Guimarães (PE). Todos nós apresentamos ensaios fotográficos com tema relacionado à cultura afro. </strong></p>
<div id="attachment_1256" style="width: 690px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2015/11/exposicao-quilombo-Davy-Alexandrisky-Joao-Pessoa-Paraiba.jpg"><img class="wp-image-1256" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2015/11/exposicao-quilombo-Davy-Alexandrisky-Joao-Pessoa-Paraiba.jpg" alt="exposicao-quilombo-Davy-Alexandrisky-Joao-Pessoa-Paraiba" width="680" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Alberto Banal (PB), Roberta Guimarães (PE), Davy Alexandrisky (RJ) e a curadora da Estação Cabo Branco, Lúcia França. Foto: Sandra Vasconcelos</p></div>
<div id="attachment_1254" style="width: 690px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2015/11/exposicao-quilombo-davy-alexandrisky-joao-pessoa.jpg"><img class="wp-image-1254" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2015/11/exposicao-quilombo-davy-alexandrisky-joao-pessoa.jpg" alt="exposicao-quilombo-davy-alexandrisky-joao-pessoa" width="680" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição foi realizada na Estação das Artes e das Ciências Cabo Branco, em João Pessoa-PB. O importante equipamento é obra de Oscar Niemeyer.</p></div>
<p>Abaixo o release de Sandra Vasconcelos, que também produziu a exposição no local:</p>
<h3><strong>Exposição do Quilombo mais antigo do Rio de Janeiro – na Estação Cabo Branco</strong></h3>
<p>O fotógrafo Davy Alexandrisky traz para a torre da Estação Cabo Branco mais de 30 fotos que narram a residência artística de três meses no Quilombo São José da Serra, cuja origem em 1850 o torna o mais antigo do Rio de Janeiro.</p>
<p>A comunidade tradicional é um dos 29 Quilombos reconhecidos do Estado. Localizado na Serra da Beleza, em Valença, tem área de 476 hectares e abriga 150 descendentes de escravos que vieram do Congo, da Guiné e da Angola e que moravam nas terras da fazenda São José da Serra.</p>
<p>Os quilombos fazem parte da história e da cultura nacional e salvaguardam a cultura africana no Brasil. Todos os anos o Quilombo São José da Serra todos realiza no dia 13 de maio a Festa do Preto Velho cujo ponto alto é a bênção da fogueira, no meio do terreiro. O evento atrai cerca de 3 mil visitantes e arrecada recursos para a comunidade com a venda da feijoada e a oferta de bonecas artesanais feitas de tecido e de folhas de bananeira.</p>
<p>Outra importante referência é o Jongo, folguedo popular proclamado em novembro de 2005 como Patrimônio Cultural Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e registrado no Livro das Formas de Expressão.</p>
<blockquote><p><strong>De matriz africana, o Jongo está relacionado à cultura do café e da cana-de açúcar na região Sudeste</strong><strong>.</strong></p></blockquote>
<p>Durante a vivência no cotidiano do Quilombo São José da Serra, Alexandrisky professou a fé religiosa da comunidade, compartilhou tarefas, refeições e brincadeiras. “Também fizemos um vídeo juntos; editamos juntos; fotografamos juntos; e lamentamos, juntos, que o projeto tivesse chegado ao final. Mas projeto é assim mesmo: tem princípio, meio e fim”, resumiu o fotógrafo.</p>
<p>A exposição é um recorte do projeto Quilindo Quilombo (<a href="http://www.quilindoquilombo.com.br" target="_blank">www.quilindoquilombo.com.br</a>), premiado no Edital Interações Estéticas pela Fundação Nacional das Artes (Funarte) em 2009.</p>
<div id="attachment_1238" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/quilombo-rio-de-janeiro-davy-alexandrisky.jpg"><img class="wp-image-1238" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2016/06/quilombo-rio-de-janeiro-davy-alexandrisky-1024x680.jpg" alt="Exposição reúne fotos do Quilombo São José da Serra, o mais antigo do Rio de Janeiro. Foto: Davy Alexandrisky." width="600" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição reúne fotos do Quilombo São José da Serra, o mais antigo do Rio de Janeiro. Foto: Davy Alexandrisky.</p></div>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Davy Alexandrisky</strong> tem 65 anos e vive em Niterói, onde nasceu. É formado em Turismo, com pós-graduação em Políticas Públicas (UFRJ) e já realizou exposições coletivas e individuais no Brasil e no Exterior. Atua como fotógrafo há 48 anos, parte desses anos como professor de fotografia em vários cursos de nível superior (Jornalismo e Publicidade) e livres no MAM do Rio de Janeiro e em cursos profissionalizantes no SESC. Tem forte atuação como gestor cultural. Acaba de ser reeleito para o segundo mandato de Conselheiro do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) do Ministério da Cultura, pela Cadeira de Artes Visuais.</p>
<p>Exposição: <strong>Quilombo São José da Serra</strong> – Abertura dia 27/11/2015 às 18h<br />
Na ocasião haverá <strong>mesa-redonda com Alberto Banal, Davy Alexandrisky e Roberta Guimarães</strong>, também fotógrafos que abordam a cultura afro-brasileira.<br />
Estação Cabo Branco – Ciências, Cultura e Artes (Torre Mirante – 1º pavimento)<br />
Rua João Cyrillo – Altiplano Cabo Branco, João Pessoa-PB Tel. 83 3214 8303<br />
De terça a sexta-feira das 9h às 21h<br />
Sábados, domingos e feriados: das 10h às 21h.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Subversão no vernissage da exposição Fragmentos</title>
		<link>http://davyfotografia.com.br/subversao-no-vernissage-da-exposicao-fragmentos/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 19:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Vasconcelos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Fragmentos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um vernissage, culturalmente falando, não é lugar para se ver arte. Nos vernissages reencontramos amigos, botamos as conversas em dia, bebericamos um vinho e degustamos um coquetel, mas pouco ou quase nada nos detemos em apreciar as obras expostas. Até falamos de arte. Mas não a apreciamos. Afinal é mesmo um momento de celebração do artista ao dar a luz ao seu trabalho. Aquele respiro de “até que enfim”, que culmina um tempo de angústias, inseguranças e ansiedade de pendurar logo seus trabalhos na parede para serem apreciados e julgados por outras pessoas. Um momento de libertação (para o artista [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um vernissage, culturalmente falando, não é lugar para se ver arte. Nos vernissages reencontramos amigos, botamos as conversas em dia, bebericamos um vinho e degustamos um coquetel, mas pouco ou quase nada nos detemos em apreciar as obras expostas.</p>
<p>Até falamos de arte. Mas não a apreciamos. Afinal é mesmo um momento de celebração do artista ao dar a luz ao seu trabalho. Aquele respiro de “até que enfim”, que culmina um tempo de angústias, inseguranças e ansiedade de pendurar logo seus trabalhos na parede para serem apreciados e julgados por outras pessoas.</p>
<p><a href="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2015/08/davy-alexandrisky-exposicao-fotografia-sesc-riodejaneiro.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-1140" src="http://davyfotografia.com.br/wp/wp-content/uploads/2015/08/davy-alexandrisky-exposicao-fotografia-sesc-riodejaneiro-1024x557.jpg" alt="davy-alexandrisky-exposicao-fotografia-sesc-riodejaneiro" width="1024" height="557" /></a></p>
<p>Um momento de libertação (para o artista e para a obra – a partir do vernissage um já não pertence mais ao outro: “é do mundo”).</p>
<h3>O vernissage de Fragmentos subverteu inteiramente essa lógica cultural.</h3>
<p>Nesse mesmo dia 14 de agosto o SESC do Engenho de Dentro tinha outras duas programações marcadas: uma apresentação do premiado violoncelista Christian Grosselfinger, às 17h, e o show Afrobrasilidade de Gabriel Moura, às 20 horas (meu vernissage foi a partir das 18h).</p>
<p>Tirando meus poucos amigos e parentes que conseguiram chegar às 18h de uma sexta-feira no Subúrbio carioca para me prestigiar, todo o público do vernissage estava ali motivado por outra programação cultural. Decididamente não tinham saído de suas casas para participar de um vernissage.</p>
<p>Isso ficou patente no comportamento desse público: selfies diante dos meus trabalhos, além de fotos da exposição – no geral e de alguns trabalhos específicos. Pedidos para tirarem fotos comigo diante do seu trabalho preferido; elogios e perguntas sobre o trabalho, na mesma quantidade. Apertos de mãos e abraços calorosos de anônimos que nem os nomes acabei conhecendo.</p>
<p>Eu diria mesmo que fui invadido pela emoção de me sentir transformado em celebridade. Ao invés dos 15 minutos de fama, 15 íntimos minutos de celebridade. Uma emoção que jamais esquecerei.</p>
<p>Agradeço aqui ao George Araújo e ao Felipe Hidalgo por essa oportunidade de chegar às paredes da Galeria do SESC Engenho de Dentro, com a exposição Fragmentos, que estará aberta à visitação até o dia 30 de setembro.</p>
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